O autor

10426076_885584478160824_6691247794372229069_nFrancisco Lourenço da Cunha, veio ao mundo em 25 de Abril de 1954, filho de pais portugueses, nascido e criado na costa oriental de África, na então Lourenço Marques – Província de Moçambique onde reside até 1975.
Tendo estudado no Liceu Salazar até 1973, o seu percurso neste território colonial é como o de tantos outros da sua geração, embalado na vida agradável da capital e em contacto com a fascinante natureza Moçambicana.
A apetência para as artes plásticas herdada da sua família materna leva-o a fazer um curso com Bertina Lopes ( artista plástica moçambicana) em 1969 e a abraçar o gosto pelo traço arquitectónico num estágio realizado no gabinete do arquitecto João Tinoco em 1973.
Com a entrada numa adolescência turbulenta desenvolve igualmente uma apetência para a música onde, inspirado nas correntes do “Folk” e dos “Blues”, faz da guitarra e da harmónica seus grandes e fiéis companheiros.
Como tantos outros da sua geração, integra o movimento da contra-cultura Hippie que o leva ao gosto pela liberdade, pelas experiências sensoriais e a abraçar a paixão pelas viagens em Moçambique, nos países vizinhos…e não só!
Após inúmeras viagens pelo globo e detentor de um passaporte gentilmente oferecido por Portugal, considera-se um cidadão do mundo e um espírito aberto onde o conhecimento e a criatividade são sempre bem vindos.
Em 1976, após concluída uma formação de topógrafo em Portugal, ingressa no mundo da engenharia ao qual dedica 35 anos de uma carreira cheia que o levou ao contacto com múltiplos projectos de média e grande dimensão em Portugal e na África Negra.
Os últimos 10 anos de carreira foram dedicados essencialmente a construção e coordenação dos estudos de estabilidade estrutural da Ponte Vasco da Gama em Lisboa.
O seu gosto pela escrita vem de trás. Considera-se, nesta época onde tudo se faz rápido, um homem “Old school” onde as prosas ainda têm um principio, meio e um fim.
Enquanto primeira experiência literária, a obra “O voo do condor” é baseada em memórias vividas na primeira pessoa comportando algumas partes ficcionais que são, segundo o autor, um excelente exercício literário para uma experiência de romance.
E alguns meses passados da publicação desta obra com a sua deslocação para terras do Brasil (Estado da Bahia) onde reside desde então, dá corpo a uma nova iniciativa literária que disponibiliza por episódios neste espaço cibernético – “Em busca de Mwene Mutapa”.
De mãos dadas com a vontade de trilhar estes novos caminhos estarão naturalmente a criatividade, o engenho e a arte da escrita que não são um esforço quando lavrados com o coração.

Mais recentemente abre-se um novo campo fértil neste espaço virtual onde as artes plásticas estão presentes. Uma oferta do autor aos apreciadores d´arte numa amostra de forma e cor onde o perceptível  e o tangível se encontram em viagens ao imaginário e onde a inspiração é intemporal.

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